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Fórcis

FÓRCIS é o velho do mar de quem descende quase todo o monstro que importa. Com a irmã Ceto gerou as Greias, que dividem um olho entre três; as Górgonas, entre elas Medusa; e o dragão que guarda as maçãs de ouro no fim do mundo. Por uma filha, Toosa, é avô de Polifemo — e é essa avoenga que Zeus invoca, no canto I da Odisseia, para explicar por que Poseidon persegue Ulisses durante vinte anos. Hesíodo dá-lhe um único adjetivo e nenhum corpo. Homero dá-lhe um porto em Ítaca. Platão põe-no como irmão de Cronos. E Pausânias, que declara omitir o maravilhoso, deixa-o como um rei líbio morto antes da filha.

★★★ A Odisseia inteira anda por causa de um neto dele

O poema abre com uma pergunta prática: se todos os outros heróis já voltaram, por que Ulisses não volta? Zeus responde, e a resposta é uma genealogia.

«É Poseidon, o que cinge a terra, que anda sempre cheio de cólera teimosa por causa do Ciclope, a quem Ulisses cegou do olho — o divino Polifemo, o de maior força entre todos os Ciclopes; e a ninfa Toosa gerou-o, filha de Fórcis, que reina sobre o mar que não descansa; pois nas grutas fundas deitou-se ela com Poseidon.»

Homero, Odisseia 1.68-73 (trad. Augustus Taber Murray, 1919)

★★★ **A cólera que move o poema tem um endereço de família.** Poseidon persegue Ulisses porque o cego é seu filho com Toosa, e Toosa é filha de Fórcis. Tire-se esta linha e a Odisseia fica sem causa: o herói continuaria perdido, mas ninguém saberia por quê.

E repare-se na fórmula que Homero usa para o apresentar — «que reina sobre o mar que não descansa». É um senhor do mar, dito como coisa sabida, logo no canto de abertura, e não um parente distante convocado para preencher a árvore.

Um adjetivo, e nenhum corpo

Hesíodo apresenta-o dentro da lista dos filhos de Ponto, o mar, com Terra. São cinco irmãos, e cada um recebe uma palavra.

«E o Mar gerou Nereu, o mais velho dos seus filhos, que é verdadeiro e não mente: e os homens chamam-lhe o Velho, porque é fiel e brando e não esquece as leis da justiça, mas pensa pensamentos justos e benignos. E ainda gerou o grande Taumas e o soberbo Fórcis, unido à Terra, e Ceto de belas faces, e Euríbia, que tem no peito um coração de pedra.»

Hesíodo, Teogonia 233-239 (trad. Hugh G. Evelyn-White, 1914)

★ **«Soberbo» é tudo o que Hesíodo diz dele.** Nereu recebe quatro linhas de elogio moral, Euríbia recebe o coração de pedra, Ceto recebe as belas faces. Fórcis recebe um adjetivo e passa adiante — e em nenhuma das obras que o citam aparece uma descrição do corpo dele.

Homero, séculos depois, chama-lhe apenas «o velho do mar» (Odisseia 13.96). A iconografia que hoje lhe dá cauda de peixe e pinças de caranguejo vem da cerâmica e dos mosaicos, e não destes textos.

★★ De quem ele nasceu — e Platão discorda

Em Hesíodo e em Apolodoro, Fórcis é filho de Ponto e de Gaia. No Timeu, Platão resume a genealogia dos deuses «segundo os que a declararam antes de nós» — e a lista que sai é outra.

«De Ge e de Urano nasceram os filhos Oceano e Tétis; e destes, Fórcis, Cronos, Reia e todos os que com eles vão; e de Cronos e Reia nasceram Zeus e Hera e todos aqueles a quem, como sabemos, se chama seus irmãos.»

Platão, Timeu 41 (trad. Robert Gregg Bury, 1929)

★★★ **Aqui Fórcis é irmão de Cronos, e portanto tio de Zeus.** Em Hesíodo ele pertence a uma geração inteiramente diferente: neto de Gaia por Ponto, sem nada que o ligue à linhagem que produz os olimpianos.

⚠ As duas versões estão nos dois textos, e ambos os textos estão no corpus. Platão não corrige Hesíodo nem se explica; apresenta a lista como a tradição que recebeu. Um leitor que junte as duas árvores obtém um Fórcis impossível.

As Greias, cinzentas desde que nasceram

A descendência começa com um par de irmãs que a língua grega marca pela cor do cabelo.

«E de novo Ceto gerou de Fórcis as Greias de belas faces, irmãs grisalhas desde o nascimento: e tanto os deuses imortais como os homens que andam sobre a terra lhes chamam Greias — Pêmfredo de belas vestes e Ênio de manto cor de açafrão — e as Górgonas, que moram para lá do glorioso Oceano.»

Hesíodo, Teogonia 270-274 (trad. Hugh G. Evelyn-White, 1914)

★ **Hesíodo nomeia duas Greias**, Pêmfredo e Ênio. Ésquilo e Apolodoro contam três, e acrescentam Dino. A conta muda de autor para autor, e adiante nesta página Ovídio volta a contar duas.

As As Greias e as Gorgonas entram no mundo pela mesma frase, como se fossem uma ninhada só. O nome delas em Apolodoro é o do pai: Fórcides.

E o dragão do fim do mundo

O catálogo de Hesíodo fecha a descendência de Ceto e Fórcis com o filho mais novo, e é o guardião do pomar no limite da terra.

«E Ceto uniu-se em amor a Fórcis e gerou a mais nova das suas crias, a serpente terrível que guarda as maçãs todas de ouro nos lugares secretos da terra escura, nos seus grandes confins. Esta é a descendência de Ceto e de Fórcis.»

Hesíodo, Teogonia 333-336 (trad. Hugh G. Evelyn-White, 1914)

★★ **A frase de fecho do catálogo é uma assinatura.** «Esta é a descendência de Ceto e de Fórcis» — e a lista que ela encerra contém as Greias, as Górgonas e o dragão das Hespérides. Três dos trabalhos mais conhecidos da mitologia grega saem de um único casal.

O irmão dele, Nereu, gerou cinquenta ninfas do mar. O outro irmão, Taumas, gerou Íris e as Harpias. A mesma geração produz o arco-íris e a Medusa.

A mesma família, contada em prosa

Apolodoro, oito séculos depois, arruma a mesma matéria em duas frases de manual, e usa a grafia latina do nome.

«E do Mar (Ponto) e da Terra nasceram Fórcis, Taumas, Nereu, Euríbia e Ceto. Ora, de Taumas e Electra nasceram Íris e as Harpias, Aelo e Ocípete; e de Fórcis e Ceto nasceram as Fórcides e as Górgonas, de quem falaremos quando tratarmos de Perseu.»

Pseudo-Apolodoro, Biblioteca 1.2.6 (trad. Sir James George Frazer, 1921)

★ **«Fórcides» é o nome que as filhas dele carregam.** Onde Hesíodo lhes chama Greias pela cor, Apolodoro chama-lhes pelo pai — e é esse o nome que Ovídio usará em latim, *Phorcidas*.

A promessa de Apolodoro («de quem falaremos quando tratarmos de Perseu») cumpre-se no livro II, e é lá que o episódio do olho aparece inteiro.

★★★ Um olho e um dente, repartidos entre três

A descrição mais antiga e mais estranha das filhas de Fórcis está numa tragédia, dita por Prometeu acorrentado ao avisar Io do caminho que a espera.

«…atravessando o mar encapelado até chegares às planícies gorgóneas de Cistene, onde moram as filhas de Fórcis, donzelas antigas, três em número, com forma de cisnes, possuindo um olho entre todas e um só dente; nem o sol as olha com os seus raios, nem nunca a lua da noite. E perto delas estão as três irmãs aladas, as Górgonas de cabelo de serpente, odiadas pelos homens, a quem nenhum mortal pode olhar e continuar a respirar.»

Ésquilo, Prometeu Acorrentado 790-800 (trad. Herbert Weir Smyth, 1926)

★★★ **«Com forma de cisnes», e nem o sol nem a lua as olham.** Ésquilo não as põe apenas velhas: põe-nas fora do alcance da luz, num lugar que nenhum dos dois astros visita. A imagem popular de três velhas a passar um olho vem daqui, e daqui vem também o detalhe que essa imagem esquece — o dente.

⚠ O texto de Ésquilo tem uma lacuna marcada mesmo antes desta passagem, e a tradução assinala-a. O que sobrevive começa já em viagem.

O que Perseu fez com o olho

Apolodoro conta o episódio como um assalto calculado: Perseu não pede a informação, toma-a.

«Assim, sob a condução de Hermes e de Atena, foi ter com as filhas de Fórcis, a saber, Ênio, Pefredo e Dino; pois Fórcis tivera-as de Ceto, e eram irmãs das Górgonas, e velhas desde que nasceram. As três tinham um só olho e um só dente, e passavam-nos de umas às outras à vez. Perseu apoderou-se do olho e do dente, e quando elas os pediram de volta, disse que os devolveria se lhe mostrassem o caminho das ninfas.»

Pseudo-Apolodoro, Biblioteca 2.4.2 (trad. Sir James George Frazer, 1921)

★★ **O resgate é uma direcção.** O que Perseu quer das Fórcides não é força nem arma: é o caminho para as ninfas que guardam as sandálias aladas, o *kibisis* e o capacete de Hades. Ele devolve o olho e o dente depois de o receber, e o texto regista a devolução.

É a única cena em que a família de Fórcis negoceia. Todos os outros descendentes dele aparecem para ser combatidos.

⚠ Ovídio conta duas, e não três

Perseu conta a sua própria história a um banquete, e a contagem que ele faz das irmãs não bate com a de Ésquilo nem com a de Apolodoro.

«‹Conta, peço-te, Perseu, com que valor e com que artes arrancaste a cabeça coberta de serpentes.› O Agenórida narra que sob o gélido Atlas há um lugar seguro, defendido pela mole de uma rocha maciça; e que à entrada dele moravam duas irmãs Fórcides, que repartiam entre si o uso de um único olho.»

Ovídio, Metamorfoses 4.770-775 (texto latino)

⚠ **A palavra latina *geminas* quer dizer duas.** Ésquilo escreve «três em número»; Apolodoro nomeia três, Ênio, Pefredo e Dino; Hesíodo nomeia duas, Pêmfredo e Ênio. Ovídio segue a conta de dois. A tradição divide-se ao meio, e nenhum dos lados se dá ao trabalho de justificar o número.

O que não varia em nenhuma das versões é o olho único e o facto de ele circular. A partilha é o que define as filhas de Fórcis.

★★★ A cabeça da neta dele fabricou o coral

Depois de matar Medusa, Perseu pousa a cabeça na praia para lavar as mãos, e tem o cuidado de forrar o chão com folhas e algas para não a ferir na areia dura.

«Ele próprio lava as mãos vencedoras na água colhida e, para que a areia dura não maltrate a cabeça coberta de serpentes, amacia o chão com folhas, estende por cima ramos nascidos debaixo do mar e ali pousa o rosto de Medusa, filha de Fórcis. O ramo fresco, ainda vivo na medula que bebe, apanhou a força do monstro e endureceu ao toque dela.»

Ovídio, Metamorfoses 4.740-745 (texto latino)

★★★ **É a origem do coral.** As algas que tocam o rosto da neta de Fórcis endurecem, e as ninfas do mar — diz Ovídio na sequência — repetem a experiência em mais ramos e semeiam com eles as águas. O produto mais bonito do mar sai da cabeça decepada do monstro mais famoso do mar.

*Phorcynidos ora Medusae* — «o rosto de Medusa, filha de Fórcis». Ovídio identifica Medusa pelo pai no momento exato em que a cabeça dela toca a água.

★★ Cila também pode ser filha dele

Na Epítome de Apolodoro, o resumo da viagem de Ulisses chega ao estreito, e a paternidade do monstro sai com uma hesitação escrita.

«E depois disso chegou a dois caminhos. De um lado estavam as Rochas Errantes, e do outro dois penhascos enormes, e num deles estava Cila, filha de Crateis e de Trieno ou de Fórcis, com o rosto e o peito de mulher, mas dos flancos para baixo tinha seis cabeças e doze patas de cães.»

Pseudo-Apolodoro, Epítome 7.20 (trad. Sir James George Frazer, 1921)

⚠ **«Ou de Fórcis» é do texto, e não uma dúvida nossa.** Apolodoro regista duas paternidades possíveis para Cila e não escolhe entre elas. Contada assim, Ulisses passa entre dois perigos e ambos podem ser da mesma família: o Ciclope que o cegou é bisneto de Fórcis por Toosa, e o monstro do estreito pode ser filha dele.

Homero, na Odisseia, dá a Cila outra mãe — Crateis — e não nomeia pai nenhum. A variante de Fórcis é posterior.

★★★ Ítaca acaba num porto com o nome dele

Vinte anos depois de partir, Ulisses é depositado em terra a dormir, pelos Feácios, e Homero para a acção para descrever o lugar.

«Há na terra de Ítaca um certo porto de Fórcis, o velho do mar, e à boca dele dois promontórios se projectam, a pique para o largo, mas descendo do lado do porto. Estes seguram as grandes ondas levantadas pelos ventos pesados de fora, e lá dentro os navios de bancos ficam sem amarra depois de chegarem ao fundeadouro. À cabeça do porto está uma oliveira de folhas compridas, e perto dela uma gruta agradável e sombria, consagrada às ninfas a que chamam Náiades.»

Homero, Odisseia 13.96-101 (trad. Augustus Taber Murray, 1919)

★★★ **O regresso acontece dentro de uma propriedade dele.** O avô do Ciclope que provocou a errância é o dono do porto onde a errância termina. Homero não comenta a coincidência, e é possível que não a tenha visto como uma; mas as duas passagens estão no mesmo poema, a doze cantos de distância, e ambas nomeiam Fórcis.

★ **E é um lugar de Ítaca, e não uma metáfora.** Atena volta a nomear o porto mais adiante no mesmo canto, ao mostrar a Ulisses onde ele está. O nome do velho do mar estava no mapa da ilha.

★★★ Pausânias tira o mito, e sobra um rei

No mercado de Argos havia um montículo de terra onde, diziam, estava enterrada a cabeça de Medusa. Pausânias conta a história — e avisa antes o que vai fazer com ela.

«Omito o maravilhoso, mas dou as partes racionais da história a respeito dela. Depois da morte do pai, Fórcis, reinou sobre os que viviam à volta do lago Tritónis, saindo à caça e levando os Líbios à guerra. Numa dessas ocasiões, quando estava acampada com um exército em frente das forças de Perseu, que era seguido por tropas escolhidas do Peloponeso, foi assassinada de noite. Perseu, admirando a beleza dela mesmo depois de morta, cortou-lhe a cabeça e levou-a para mostrar aos Gregos.»

Pausânias, Descrição da Grécia 2.21.5 (trad. W.H.S. Jones, 1918)

★★★ **Nesta versão Fórcis é um rei líbio, e a filha herda o trono.** Não há olhar que petrifique, nem asas, nem serpentes: há uma rainha que caça, comanda um exército e morre assassinada durante a noite, e um invasor grego que lhe corta a cabeça depois de morta por a achar bonita.

⚠ **Pausânias declara o método antes de o usar.** «Omito o maravilhoso» é uma escolha dele, escrita na página, e o resultado é a única passagem do corpus em que Fórcis tem data de morte.

Em Roma ele comanda uma tropa

Virgílio usa a forma latina *Phorcus* e põe-no duas vezes na mesma cena: o cortejo marinho que acompanha Netuno.

«…o coro das Nereidas e de Fórcis, e a virgem Panopeia.»

Virgílio, Eneida 5.240 (texto latino)

«…e os Tritões velozes, e todo o exército de Fórcis.»

Virgílio, Eneida 5.824 (texto latino)

★★ **De pai de monstros a oficial de marinha.** Em Homero e em Hesíodo, Fórcis gera; em Virgílio, comanda. *Phorci exercitus omnis* — «todo o exército de Fórcis» — é uma unidade dentro da comitiva de Netuno, ao lado dos Tritões e das Nereidas, sem nenhuma das filhas por perto.

⚠ O homónimo troiano, e por que não é ele

Há um segundo Fórcis na Ilíada, e o corpus mistura-os com facilidade porque o nome se escreve igual. Este é um homem, capitão dos Frígios, e morre.

«E Fórcis e o divino Ascânio levavam os Frígios de longe, de Ascânia, e ardiam por combater no aperto da batalha.»

Homero, Ilíada 2.858-863 (trad. Augustus Taber Murray, 1924)

«E Ájax, por sua vez, feriu o sensato Fórcis, filho de Fénops, em cheio no ventre, quando este passava por cima de Hipótoo, e quebrou-lhe a placa da couraça, e o bronze deixou sair as entranhas; e ele caiu no pó e agarrou a terra com a palma da mão.»

Homero, Ilíada 17.312-318 (trad. Augustus Taber Murray, 1924)

⚠ **Filho de Fénops, e não de Ponto.** A Ilíada dá-lhe pai humano e morte humana. Nada no texto liga este capitão ao velho do mar; o que os liga é o nome.

«Por isso Homero fala de Fórcis, o Frígio, como estando sem escudo, porque usava uma couraça de duas peças. E não só vi esta armadura pintada por Polignoto, como no templo de Ártemis Efésia Califonte de Samos pintou mulheres a ajustar os *gyala* da couraça de Pátroclo.»

Pausânias, Descrição da Grécia 10.26.6 (trad. W.H.S. Jones, 1918)

★ **Pausânias lê a mesma cena como uma questão de armadura.** Para ele o interesse do Fórcis frígio está em ele aparecer sem escudo — prova de que a couraça de duas peças bastava. O mitógrafo e o guia olham para o mesmo verso e veem coisas diferentes.

⚠ O que esta página não pode provar

⚠ **Não há descrição do corpo dele em nenhuma das dez obras citadas aqui.** «Soberbo», em Hesíodo, e «o velho do mar», em Homero, é tudo. A figura de tronco humano com cauda e pinças, que aparece em mosaicos e em livros modernos, não sai destes textos.

⚠ **A paternidade de Cila é uma variante declarada**, e não um facto: Apolodoro escreve «de Trieno ou de Fórcis» e deixa a escolha em aberto.

⚠ **O número das Greias muda com o autor** — duas em Hesíodo e em Ovídio, três em Ésquilo e em Apolodoro — e nenhuma das fontes tenta conciliar as contas.

⚠ **A genealogia de Platão não é um erro a corrigir.** O Timeu põe Fórcis como filho de Oceano e Tétis, irmão de Cronos; Hesíodo põe-no como filho de Ponto e Gaia. As duas estão escritas, e esta página não decide qual é a verdadeira.

⚠ **O Fórcis da Ilíada é outra pessoa.** Juntá-lo ao velho do mar seria juntar um capitão frígio, filho de Fénops, a um deus primordial, só porque partilham o nome.